A Prefeitura do Rio de Janeiro determinou a realocação de mais de 400 câmeras pertencentes a uma empresa de vigilância privada, instaladas em áreas públicas da cidade. O município alega “interferência excessiva” em vias públicas e ausência de autorização específica para uso desses locais por entes privados. A decisão foi discutida em audiência da CPI das Câmeras, na Assembleia Legislativa, e decorre de irregularidades detectadas desde 2023, que já resultaram em autuações e multas.
O prazo para retirada ou reposicionamento dos equipamentos vai até 31 de dezembro de 2025. A medida ocorre em paralelo à ampliação do sistema próprio de vigilância do município, que busca integrar até 20 mil câmeras em sua central de monitoramento, reforçando o controle sobre a instalação de dispositivos de videomonitoramento em espaços públicos.