A Reuters apurou que a Meta permitiu e em alguns casos criou chatbots insinuantes que usaram nomes e imagens de celebridades sem autorização, incluindo Taylor Swift, Scarlett Johansson, Anne Hathaway e Selena Gomez. Alguns foram feitos por uma funcionária. Esses bots se passavam pelas artistas, flertavam com usuários, sugeriam encontros e chegaram a gerar imagens fotorealistas e sexualmente sugestivas de adultos. Um bot de um ator adolescente produziu uma imagem sem camisa inadequada. A Meta reconheceu que isso viola suas políticas, atribuiu o problema a falhas de aplicação e removeu cerca de uma dúzia de bots antes da publicação.

As descobertas levantam preocupações legais e de segurança. Um professor de Stanford apontou possível violação de leis estaduais de direito de imagem. O sindicato SAG-AFTRA alertou para riscos quando fãs criam vínculos com bots que parecem e falam como celebridades reais. O caso ocorre após críticas às diretrizes internas da Meta sobre conversas românticas com menores, que a empresa diz estar revisando. Houve também a menção à morte de um idoso que tentou encontrar um chatbot ligado à Meta. Alguns bots criados pela funcionária acumularam mais de 10 milhões de interações antes de serem retirados. Crescem os pedidos por proteções federais contra réplicas de vozes e imagens sem autorização. Saiba mais.

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