Uma reportagem da Reuters revelou que diretrizes internas da Meta permitiam que chatbots de inteligência artificial mantivessem interações de caráter “romântico ou sensual” com menores de idade. Após a divulgação, a empresa confirmou a autenticidade do documento, mas afirmou que os exemplos não refletiam sua política oficial e foram retirados. O caso gerou forte repercussão política e regulatória nos Estados Unidos.
As manifestações destacaram a gravidade do episódio e a necessidade de maior escrutínio legislativo sobre o uso da IA, especialmente em interações com crianças e adolescentes. Foram apontados riscos de falhas de governança e de aplicação insuficiente de salvaguardas, além da urgência de marcos regulatórios específicos. O debate também reabriu a discussão sobre projetos de lei voltados à segurança online de menores e sobre a extensão de proteções legais tradicionais às novas tecnologias de IA generativa.