De acordo com o Future of Professionals Report 2025, da Thomson Reuters, 93% dos profissionais brasileiros já testaram ferramentas de inteligência artificial — uma adesão que supera a média global de 81%. Apesar do entusiasmo, apenas 45% utilizam essas ferramentas de forma recorrente e 67% apontam que suas empresas ainda não contam com uma estratégia clara para o uso da tecnologia. Essa lacuna entre experimentação individual e ausência de planejamento organizacional levanta preocupações sobre a efetividade dos investimentos e os riscos jurídicos envolvidos, especialmente em temas como proteção de dados, transparência e responsabilidade.

O estudo também mostra que organizações com estratégias bem definidas de IA são 3,5 vezes mais propensas a obter benefícios concretos e têm o dobro de chances de crescer em receita. No entanto, no contexto brasileiro, prevalece o uso de soluções genéricas, pouco auditáveis e com baixa governança. Para o setor jurídico, o recado é direto: não basta adotar IA — é necessário integrar a tecnologia a uma estrutura robusta de governança, com políticas internas, capacitação contínua e um compromisso claro com o uso ético e seguro da inovação. Saiba mais.

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